Datação relativa e datação absoluta

São dois os princípais processos de datação das rochas: datação relativa e datação absoluta. O primeiro permite avaliar a idade de formações geológicas relativamente a outras e o segundo consiste na determinação da idade das formações geológicas (ou de certos acontecimentos) em valores numéricos (geralmente M.a.). Combinando técnicas de datação absoluta e de datação relativa, os geológos determinaram a sequência cronológica dos acontecimentos que marcaram, ao longo dos tempos, a história da Terra. A partir desta sequência construíram a Escala do Tempo Geológico - figura (clica para ampliar). A Escala do Tempo Geológico ou Escala Estratigráfica está graduada com diviões de várias ordens. Assim, as divisões de 1ª ordem baseiam-se no contraste entre rochas aparentemente desprovidas de fósseis - rochas do Pré-Câmbrico - e rochas fossilíferas - rochas do Fanerozóico. A estas seguem-se as divisões de 2ª ordem (Eras) e a estas as de 3ª ordem (Períodos). Estabelece a correspondência entre as afirmações e os termos da chave.
São importantes os fósseis de idade.
Baseia-se na desintegração regular de isótopos radiactivos naturais.
Aplicam-se alguns princípios, nomeadamente o da sobreposição dos estratos.
O carbono-14 é importante essencialmente na datação de materiais de natureza orgânica.
São especialmente importantes o potássio-40 e o urânio-238.